9.out.2012
Apesar das
várias contrariedades que sofro regularmente, creio que o dia foi bom, principalmente
pela mensagem que o pastor nos passou. Identifiquei-me muito com ele, com sua
motivação, sinceridade e pela capacidade de comunicação, de forma lógica e
compreensível. Esperava ansiosamente pelo momento verdadeiro de
espiritualidade. Não creio que este momento aconteça quando usamos palavrões. Ao
falarmos sozinhos com Deus, podemos até usar qualquer tipo de palavra,
sentimento ou emoção, porque Ele, mais do que ninguém, conhece-nos e nos aceita
por inteiro. Mas quando compartilhamos com a espiritualidade coletiva,
deveríamos escolher bem as palavras.
A mensagem
e, principalmente, a ceia, trouxe-me muita saudade de meus amigos e irmãos de
fé. Chorei muito por não estar congregando e receio, no meu retorno, como lidar
com os questionamentos que farão. Afinal, onde eu estava? Devo declarar a dura
verdade de ser um adicto? Como isso influenciaria meu filho e minha esposa? São
dúvidas que pretendo esclarecer num gabinete pastoral.
Defini como meta principal estar sóbrio, dia a dia,
independente das contrariedades nossas de cada dia.

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